quarta-feira, 22 de junho de 2011

Transição na adolescência

A tarefa de acompanhar, orientar e entender um adolescente não é tão fácil, porém é necessário, cabendo um olhar cuidadoso na perspectiva do acolhimento e compreensão, pois é exatamente nesse período que surgem várias manifestações desconhecidas e involuntárias deixando-os em uma constante busca pela sua identidade.
As transformações físicas e psíquicas são notórias, dentro de um novo processo no reconhecimento do próprio corpo perpassando por de mudanças onde são submersos um turbilhão de sensações e sentimentos que geram graves conflitos interiores. Nessa fase é comum aspirarem ser independentes, pois se acham suficientemente capazes de cuidarem bem de se mesmo, ocasionando assim muita das vezes sentimento de revolta pelos pais quando se sentem tratados como crianças. 
Nesse novo mundo de transição chegam a serem vistos como rebeldes irritantes, desobedientes, inconstantes, ora falam demais, ora ficam calados, criam seus próprios estilos, são exigentes as suas vontades, buscam expressar-se por meio de suas habilidades explorando seus potenciais e encontram fora de casa fortes laços afetivos.  A aceitação é um dos principais fatores que precisa ser trabalhado nessa fase, no entanto quando não conseguem resolver-se interiormente na própria aceitação acarretam graves problemas que refletirão mais tarde.
 A importância de estabelecer limites ao adolescente tem que ser uma pratica quase que constante, em meio a tantas descobertas querem sempre estar livres para novas relações sócias afetivas incorporadas em seu meio. Esse período também é marcado pela atração afetiva amorosa pelo sexo oposto, surgimento dos namoricos da adolescência que muitas vezes são postos em primeiro plano desligando o foco dos estudos e até mesmo do meio familiar.
No entanto, diante de todas essas renovações de ideias é que surgem as grandes necessidades de acompanhamento e cuidados ajudando-os a passarem por esse momento existencial que é tema de estudos comportamentais e servem em grande valia á aqueles que tão de perto participam de suas vidas: escolas, familiares, igrejas e amigos.
( Luciara Fontinele)

sábado, 18 de junho de 2011

Família e Escola - Educar para crescer


A família tem um papel importante no desenvolvimento de atividades, caráter e valores de um indivíduo sendo ela a célula formadora da sociedade. A formação básica deve acontecer de acordo com os princípios da família, mais como o ativismo social a busca desenfreada pelo ter em detrimento do ser, tem deixado sua função primordial.
São comuns professores, gestores, e coordenadores pedagógicos ouvirem pais pedindo auxilio, por não terem autonomia e nem autoridade sobre seus filhos, e à medida que a instituição chamada escola foi constituída como formadora de valores, essas funções foram transferidas para a escola.
A qualidade de Educação sob o olhar dos Professores, realizada em 2008 pela organização dos Estados Ibero-Americanos e pela Fundação SM com 8,7 mil professores de 19 estados brasileiros, mostrou que 91,7% dos docentes do ensino básico acreditam que as famílias delegam suas responsabilidades à escola. Dizendo senti-se sobrecarregados e impotentes para com essa realidade. (Siqueira Claudia - Revista Claudia 2009 pag. 116)
E agora o que fazer? Os professores constantemente estão fazendo e refazendo reflexões sobre essa nova postura que as famílias vêm construindo, mas enquanto não chega a um consenso de quem deve cuidar da formação de valores e caráter das crianças e adolescentes, vale assumir uma postura de esperança da brevidade da resolução desse conflito.
Na década de 90, foram aprovadas algumas leis nacionais e diretrizes cujos conteúdos evidenciam a importância da participação da família na escola e o significado de participação.
A escola por sua vez tem a tarefa de dar continuidade a essa formação, no ensino formal de suas disciplinas e também ensinar a ética e cidadania, na construção de valores como: solidariedade, respeito, amor, honestidade, patriotismo, paz, direito e deveres. A família com parceria a escola certamente formará homens, mulheres, jovens e crianças com dignidade e uma sociedade mais justa e saudável.
(Luciara Fontinele)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

100 anos de História das Assembléias de Deus no Brasil

As Assembléias de Deus no Brasil, em de junho de 2011 celebrará o centenário de sua existência, será um momento muito especial e de  suma importância para o movimento petencostal, pois suas raízes se estenderam por todo o solo brasileiro, onde a história nos mostra que a árdua caminhada valeu à pena. Os seus fundadores viveram intensamente o propósito de divulgar o Evangelho e conquistar almas para Cristo. Daniel Berg e Gunnar Vingren foram resignados por Deus para esta obra, e tinham como base para sua evangelização o lema “Jesus Cristo salva, batiza com o Espírito Santo e cura os enfermos.” afirmação, que ainda hoje, pode ser sentida e vivida. E Deus continua a abençoar a sua obra, e na grande celebração do centenário não vai ser diferente, o agir de Deus será tremendo!
Obrigada Deus por fazer parte dessa linda festa!



Centenário...